Como dito anteriormente aqui, foi anunciado no evento on-line na TGS que teremos o lançamento do Street Fighter 6 Japanese Image Song.
O fato de eu preferir fazer um post separado é devido a uma informação bem bacana dita ali.
Foi confirmado que a música Itoshisa to Setsunasa to Kokoro to Tsuyosa to terá uma nova versão cantada pela cantora original, Ryoko Shinohara.
Para quem não conhece, ou não lembra, essa música é do Street Fighter II - Animated Movie, versão japonesa, e é tocada durante a batalha decisiva de Ryu e Ken contra Vega/Bison.
O instrumental da música foi utilizado no modo Dramatic Battle de Street Fighter Zero, na versão japonesa.
É uma música com uma letra muito bonita e sentimental (o vídeo acima contém a tradução dela para o inglês e o espanhol), sendo considerada um verdadeiro clássico pelos fãs da franquia, principalmente os japoneses, visto que a trilha sonora do anime foi completamente modificada quando foi para o ocidente.
Na live, teve breves comentário da cantora, sobre como é cantar novamente a música após 28 anos de seu lançamento e o compositor da música, até porque, na última regravação, para o Ultra Street Fighter II, foi a cantora May'n que participou.
Podem conferir no tradutor!
Outro que esteve presente foi o Tetsuya Komuro, que terminou revelando uma curiosidade interessante: a letra é basicamente o ponto de vista da personagem Chun-Li! Ryoko é como se fosse Chun-Li cantando, torcendo pelos lutadores.
Essa informação, juntando com carga sentimental da letra pode nos trazer uma visão sobre o que se passa com Chun-Li em determinados momentos e o quanto ela é forte.
Assumo que, como fã da personagem, esse é um detalhe que a enriqueceu ainda mais, sem contar que eu gosto e muito da música, ao ponto dela ser uma das minhas favoritas da série, ao lado de algumas OST do jogo, como o final de SF II de Ryu (versão da Super) e a Kaze Fuiiteru de SF II V.
Bem, posso dizer que este é um ano cheio de novidades para os fãs da saga Street Fighter, né?
Ontem, dia 16 de setembro, a Capcom anunciou mais novidades sobre Street Fighter 6!
Primeiro fomos apresentados aos movimentos que Ken, Blanka, Dhalsim e Honda terão no jogo, desde alguns que são velhos conhecidos, como o shoryuken, como também os golpes novos que cada personagem terá, como um que Blanka usa os Blanka-chan contra o adversário!
Nakayama e os demais também divulgaram mais sobre o Modo Treino, que vem com algumas adições para facilitar o aprendizado do jogador, como por exemplo, uma configuração para a pessoa treinar como punir o adversário que pula em sua direção com um chute. E para os jogadores mais competitivos, temos ainda o frame data display do jogo, algo bem útil para quem pretende se aprofundar na mecânica.
Foi nos mostrado uma rápida demonstração do modo Batalha Extrema, com o desafio do ser bovino passando pela tela durante a luta.
Um dos destaques certamente foi o modo World Tour, onde é possível criar o seu avatar e explorar o universo de Street Fighter, tendo como ponto de partida o ginásio onde Luke treina novos recrutas para a agência de segurança em que trabalha.
Falando na criação do seu personagem, quem também acompanhou uma live feita na madrugada de ontem pra hoje, à meia-noite, deve ter percebido que as opções de criação são extremamente variadas, sendo bem próximo ao visto em Cyberpunk 2077 (e não, amiguinho meio pervo, eu não acho que dê para editar o tamanho de uma certa parte do corpo). Para terem uma ideia, além de várias opções de olhos, tipo de cabelo, entre outros, é possível até você editar partes específicas do corpo. Ou seja, se tu quer fazer um personagem com o antebraço tão largo quanto o do Luke, ou fazer um personagem extremamente cabeçudo, É POSSÍVEL!
Aliás, a abertura do modo World Tour foi bem reveladora e com alguns detalhes interessantes, que irei falar num próximo artigo.
Voltando ao ginásio, somos apresentados também ao rival do seu personagem, Bosch, com quem você tem uma breve luta logo no começo. E devo dizer, o personagem mal apareceu e já conquistou alguns fãs da saga, que torcem para que ele venha como um futuro DLC. Aliás, seria até bacana se fosse possível jogar com o seu personagem no modo arcade, tendo um final genérico para ele, como acontece na série Soul Calibur.
Foi divulgado também o cast que teremos no lançamento do jogo, sendo 18 personagens no total, praticamente todos que estavam naquele vazamento, exceto Rashi, Ed, Gouki/Akuma e A.K.I., que provavelmente serão DLC, visto que SF VI será similar ao SF V, sendo atualizado conforme o passar do tempo, com novos personagens, porém, sendo bem mais robusto no lançamento.
Uma coisa bem bacana que rolou na live foi a participação do Kaname Fujioka, o diretor de arte do jogo, onde ele explicou o desenvolvimento de alguns personagens, além de ter divulgação de artes conceituais e a captura de movimentos de Jamie.
Após isso, temos a divulgação de alguns eventos e o anúncio oficial do Street Fighter 6 Japanese Image Song, em 2023, que contará com uma nova versão da clássica canção de Street Fighter II - Animated Movie, Itoshisa to Setsunasa to Kokoro to Tsuyosa to, com breves comentários feitos pela cantora Ryōko Shinohara e o compositor Tetsuya Komuro. Mas sobre isso, irei falar num próximo artigo.
Sendo bem sincera, todas as informações divulgadas até o momento, só fizeram o meu hype aumentar. Assumo que eu gostaria uma estética mais cartoonizada e que eu não sou fã ardorosa de hip hop, preferindo uma trilha mais eclética (tanto que são poucas, das que foram divulgadas, que eu curti mesmo), porém é inegável que a equipe está tendo um cuidado e um carinho com o jogo, o que me faz torcer para que a Capcom não invente alguma besteira de última hora, como houve com o Street Fighter X Tekken.
E vocês, curtiram o que viram até aqui? Estão contando os dias para o lançamento?
Hoje é uma data especial no universo dos jogos de luta! A franquia Street Fighter faz 35 anos!
O que dizer sobre a série que revolucionou os jogos de luta? Sim, esse post será um tanto pessoal, até por, Street Fighter faz parte da minha vida.
Eu fico feliz que Street Fighter tenha se entranhado no universo de cultura ao pop, ao ponto de pessoas que, as vezes nem jogam jogos de luta, ao menos conhecer um dos personagens por conta de diversas participações, seja em jogos como Fortnite ou animações, como em Detona Ralph. Sem contar que, diferente da minha época, aqui no Brasil, onde eu tinha que mandar estampar camisas com a imagem que eu queria, hoje você encontra roupas licensiadas. Fora diversos produtos e uma facilidade maior de se importar alguns itens (o dólar pode não estar barato, mas antigamente a coisa era mais difícil).
De fato, Street Fighter tem o seu lugar dentro do universo dos jogos, com seus altos e baixos, uma comunidade ativa (e nem sempre muito saudável, infelizmente), fanbase apaixonada, diversos materiais lançados, ou seja, tudo aquilo que mantém o jogo vivo, mesmo após décadas.
Street Fighter V, por exemplo, apesar de todos os seus alto e baixos, reclamações (algumas bem merecidas), hate, gente reclamando seja do fanservice das garotas ou dos rapazes, é o jogo de luta mais vendido da história da Capcom, conseguindo superar o clássico Street Fighter II. É.
E quanto a mim, eu posso dizer que esta franquia está entranhada, de um jeito, na minha vida, que é difícil até eu imaginar alguns detalhes importantes sem a existência dela.
Sim, pois, amizades que possuo, muitas foram graças a minha paixão por jogos de luta, principalmente SF. Meu casamento é também ligado a existência da série, pois conheci meu marido num fórum de jogos de luta, fórum esse que me foi apresentado por um amigo (abraços, Mestre Ryu) que conheci graças a Street Fighter.
Eu mais nova, com o traje alternativo da Chun-Li em, Street Fighter IV
O gatilho para eu começar a querer desenhar caras musculosos foi eu querer desenhar o Ryu. E meu traço tem uma influência bem forte do Bengus, um dos principais desenhistas da franquia. Fiz cosplay da minha personagem feminina favorita, a Chun-Li. O aniversário dos meus filhos de 1 ano, tiveram como tema Street Fighter, com direito a todos estarem vestidos de Ryu (mesmo o mais novo, fisicamente, lembrando o Ken xD). Cheguei a ser entrevistada devido ao meu texto defendendo a Laura que viralizou.
Sim, eu participei do livro!
Escrevo esse blog que terminou sendo dedicado a série por 16 ANOS, e mesmo não me dando retorno finaceiro, continuo aqui por gosto, hobby mesmo. E sem contar a participação que fiz, na parte técnica, de um material oficial produzido aqui, que não deve nada a similares importados, o Essencial Street Fighter da WarpZone.
Enfim, 35 anos é muito tempo. Acredito que muitos aqui tem histórias para contar. Então, caso tenha alguma, e queira compartilhar, fique a vontade. Se eu tiver uma quantidade bacana de histórias, quem sabe eu faça um post especial dedicado a vocês que quiseram dividir elas comigo.
Bem, que Street Fighter continue por aqui, para nos divertir, durante um bom tempo!
Então, "MUITOS PARABAINS", Street Fighter!!!
Por fim, fiquem com este desenho, que estava pronto há um tempo, mas esperei esta data para publicar!
Até a próxima e fica aqui minha homenagem a franquia!!!
Assim como no site japonês, temos alguns depoimentos, novos artworks, linha do tempo e até mesmo a participação dos fãs, na seção dos comentários, onde você escolhe entre os cards disponíveis no site e faz o seu comentário, conforme a hashtag solicitada.
E devo dizer que... O MEU CARD ESTÁ LÁ!!! 😍
Então, não deixem de conferir o site, tem muita coisa legal!
Como não era novidade pra ninguém, Capcom anunciou nesta madrugada Street Fighter 6, mostrando um teaser do começo de uma luta entre Ryu e Luke.
Sendo sincera?
Achei estranho essa coisa realista. Street Fighter, mesmo no SF 1, sempre teve uma "pegada" mais cartoonizada, e isso era perceptível nos jogos na série, principalmente a partir de Street Fighter Zero/Alpha.
Cena do final de Dhalsim em SF II
Um Street Fighter mais realista era algo que foi planejado em SF V e abandonado posteriormente, como alguns materiais oficiais mostram:
Assumo que curto o estilo "clássico", se podemos dizer assim.
Quanto ao visual de Ryu, posso dizer que lembra bastante o protótipo realista que ele teria em SF V fundido com o Hot Ryu (e de sandálias!). Um Ryu mais maduro, com um visual diferente, mas que ainda desse para os fãs de longa data identificá-lo, era algo até que bastante pedido por muitos.
O Luke é que, graças a Deus, ficou um pouco melhor, comparado ao que vimos em SF V no que se refere ao visual, com o seu novo traje lembrando o Traje de Batalha do jogo anterior.
O logotipo ficou um tanto sem graça e meio minimalista, perdendo completamente a identidade única que se tinha nos logos anteriores, parecendo que foi algo "industrial", sem muita personalidade.
Lembrando, claro, que essa é a minha opinião e você tem a total liberdade de não concordar com ela (antes que apareça alguém alterado aqui).
De resto, não há muito o que dizer com este pequeno teaser. Mais informações sobre o jogo teremos apenas no verão de 2022 do hemisfério norte.
Além do anúncio de SF 6, a Capcom anunciou o lançamento de uma coletânea de jogos de luta da empresa, com diversos títulos como Cyberbots e Darkstalkers.
O site streetfighter.com também foi completamente reformulado, em comemoração aos 35 anos da série.
De resto, se alguém esperava mais alguma coisa, pode ter ficado decepcionado. Agora, se você queria uma palhinha, por menor que fosse de SF 6, tem motivos para comemorar e especular como será o jogo.
Street Fighter está fazendo 35 anos. A Capcom já anunciou que este ano teremos novidades por conta disso, tanto que quem acompanha as redes sociais do jogo e de pessoas que trabalham ou já trabalharam com ele, sabe que eles estão bem ativos, postando imagens e curiosidades.
Dentre essas novidades, temos agora cards NFTs da série!
Eu não irei entrar no mérito da polêmica envolvendo os NFTs, ainda mais para a comunidade artística, que tem sofrido na mão de aproveitadores que criam NFTs sem a autorização dos desenhistas. A Capcom apenas viu uma maneira de ganhar mais dinheiro com SF. A única coisa que eu espero é que NÃO ocorra algo similar ao que houve com Street Fighter X Tekken, só que envolvendo NFTs (quem acompanhou o jogo na época, sabe o que estou falando).
Se você curte NFT e tem dinheiro para gastar, talvez até curta alguns dos cards, visto que, até o momento, as artes e vídeos utilizados para criá-los não possuem nada de inédito.
Caso queira conhecer a coleção completa e adquirir algum, é só entrar neste site.